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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Meu pai e o tempo.

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Quando somos imaturos em certos acontecimentos da vida, só o tempo, para nos mostrar o quanto fomos imaturos e irracionais.

Eu era mais imatura do que hoje, quando os meus pais se separaram. Nunca esperei por isso, imaginava que iriam envelhecer juntos, morando na casinha que construíram juntos, acho que fui ingênua demais para pensar assim. De repente, se separam por um motivo que nunca imaginei, tive raiva do meu pai, fiquei brava, com dó de mamãe por passar por aquela situação que parecia que nunca ia passar.

Como assim, meus pais separados? Essa era a pergunta que fiz por muito tempo. Fiquei tempo sem querer ver meu pai, me sentia traída por ele. O homem que me fez rir muito, que nunca me bateu e que me ajudava a encobrir da minha mãe as traquinagens que eu fazia quando era criança. Ele que me levava para a escola de manhãzinha, fazia meu Tetê enquanto eu assistia desenho.

Quando dizem que o tempo é o melhor dos conselheiros, tenho que concordar com isso. Só o tempo pôde me explica…

A equação!

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Se o amor tem alguma lógica, me diga qual é. É alguma equação de matemática em que o resultado é exato?

Eu posso escolher alguém para casar a partir de um cálculo sobre as vantagens e desvantagens; mas não posso amar alguém desta forma.
Amor tem outra lógica que não obedece às regras racionais da retribuição, cálculo ou comparação.

Lógico que fazemos merda no amor, mas, e se queremos consertar? Melhorar? Mudar?
Às vezes fazemos coisas tão tontinhas que essas coisas tontinhas nos rotulam como se fossemos somente aquele momento.

O amor não é um prêmio que se dá aos que foram ou são bons, mas nasce da liberdade da pessoa que ama, da liberdade de amar quem quiser.
Nós não amamos pessoas que achamos que merecem o nosso amor ou que seriam as melhores pessoas para amarmos e sermos amados, mas amamos porque amamos!